sexta-feira, 20 de abril de 2018

A Bíblia diz claramente Jesus voltará!!


A Bíblia diz claramente Jesus voltará!!!

                 A Bíblia diz que Jesus vai voltar em breve. Por isso, precisamos estar prontos para quando isso acontecer. Ninguém sabe exatamente quando Jesus vai voltar, mas, precisamos nos manter vigilantes. Jesus vai voltar. A Bíblia diz isso claramente. E, quando ele voltar, Jesus vai julgar a humanidade, destruir o mal e dar vida eterna aos salvos (Apocalipse 22:12). A volta de Jesus marcará o fim do mundo.

Quando vai ser a volta de Jesus? Como vai ser?


Ninguém sabe quando vai ser a volta de Jesus. Somente Deus sabe a data. Ninguém consegue prever o dia, porque Deus não revelou essa informação a ninguém (Mateus 24:42-44). Precisamos estar prontos em todo tempo, porque Jesus pode voltar em qualquer momento. A Bíblia diz que, quando Jesus voltar, vai ser muito claro. Jesus voltará da mesma forma que subiu ao Céu: em uma nuvem. Sua volta vai ser marcada pelo som de trombeta e de um arcanjo (1 Tessalonicenses 4:16-17). A volta de Jesus não vai ser discreta!

Antes de Jesus voltar, veremos vários sinais, que nos servem de aviso que o fim está próximo. Esses sinais não podem nos dar a data exata mas nos ajudam a lembrar que Jesus vai voltar em breve. Assim, não seremos apanhados desprevenidos.










Outros sinais do fim dos tempos


Algumas outras passagens da Bíblia falam sobre os sinais que o fim dos tempos está próximo. Esses sinais são:

Apostasia – muitas pessoas abandonarão a fé na verdade da Bíblia para seguir ensinamentos falsos – 2 Tessalonicenses 2:3; 1 Timóteo 4:1

O anticristo, ou homem do pecado – será um homem usado por satanás, que se exaltará como Deus e enganará a muitos; ele será destruído por Jesus na sua segunda vinda – 2 Tessalonicenses 2:4 – veja aqui: quem é o anticristo? Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição.

Perversidade e tempos terríveis – as pessoas se entregarão a todo tipo de pecado, rejeitando a Deus – 2 Timóteo 3:1-51  SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.2  Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,3  Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,4  Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,5  Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.


Zombadores – pessoas zombarão do evangelho e dirão que a vinda de Jesus é uma mentira – 2 Pedro 3:3-4; 2 Pedro-  Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,4  E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.

Como podemos nos preparar para a volta de Jesus?

A Bíblia diz que precisamos estar preparados para quando Jesus voltar e nos dá conselhos práticos para nos prepararmos:

Viver de maneira santa

A maneira principal de nos prepararmos para a volta de Jesus é tendo fé e obedecendo a ele! Se focarmos em fazer a vontade de Deus, não teremos nada a temer com a volta de Jesus e não seremos apanhados de surpresa (2 Pedro 3:14). 14  Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.

Ficar atentos



Muitas vezes é fácil nos esquecermos de que o fim está próximo e cairmos em desleixo com as coisas de Deus. Os sinais do fim do mundo servem para nos alertar que precisamos ficar atentos e corrigir nossa vida. Devemos nos manter sóbrios e atentos para a vontade de Deus (1 Tessalonicenses 5:6-9). 6  Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios;7  Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite.8  Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação;9  Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo.

Edificar uns aos outros

Juntos somos mais fortes! Sozinhos somos vulneráveis. Precisamos de nossos irmãos em Cristo para nos encorajarmos uns aos outros e para nos mantermos preparados para a volta de Jesus (1 Tessalonicenses 5:11). Juntos, estaremos prontos para receber Jesus!
1  Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.

Mestrekamel

quarta-feira, 28 de março de 2018

Páscoa?





A Páscoa é uma celebração judaica instituída por Moisés seguindo uma ordem específica do próprio Deus. O significado da Páscoa para os cristãos está diretamente relacionado à morte e ressurreição de Cristo. A Páscoa é a celebração da morte e ressurreição de Jesus, o acontecimento mais importante para todos os cristãos. É celebrada todos os anos num domingo, entre 22 de Março e 23 de Abril.

A primeira Páscoa judaica foi realizada no mês de Abibe (posteriormente chamado de Nisã), que corresponde ao período entre Março e Abril em nosso calendário. Esse mês se tornou o primeiro mês do calendário judaico. A Páscoa também está ligada à Festa dos Pães Asmos e a dedicação dos primogênitos.
O que significa “Páscoa”?



A palavra Páscoa significa “passar por cima”, do hebraico pessach, derivado do verbo passah, “saltar” ou “passar”. Este significado faz referência à ocasião em Deus enviou a décima praga sobre o Egito. Essa décima praga resultou na morte de todos os primogênitos, mas os israelitas nada sofreram.

Portanto, quando o juízo de Deus atingiu os egípcios, o Destruidor passou por cima das casas dos israelitas que estavam marcadas com o sangue do cordeiro que havia sido sacrificado. Desse modo, o significado “passar por cima” transmite o sentido de “poupar”, ou seja, passar por cima por misericórdia.

A história da Páscoa

Cerca de 500 anos antes da instituição da Páscoa, Deus falou com Abraão acerca do futuro de sua descendência, o povo de Israel. O Senhor o avisou de que os israelitas seriam peregrinos em terra alheia. Eles seriam reduzidos à escravidão e oprimidos por 400 anos. Porém Deus também prometeu que julgaria a nação que dominaria seu povo, libertando-os da opressão (Gênesis 15:13,14).

Mais tarde, José, bisneto de Abraão, foi traído por seus irmãos e vendido como escravo, e acabou parando no Egito. Depois de enfrentar muitas dificuldades, segundo o plano soberano de Deus, José se tornou o governador do Egito, ao liderar as ações que garantiram que o Egito tivesse mantimento numa época de terrível escassez.

A crise levou a casa de Jacó até o Egito em busca de alimento. Então eles descobriram que José havia sido exaltado por Deus naquela terra, e que ali a descendência de Abraão sobreviveria. Durante algum tempo os israelitas viveram com dignidade no Egito. Mas José e toda aquela geração morreram, e chegou o tempo em que se levantou um faraó que não conheceu José, e escravizou o povo de Israel (Êxodo 1:6-11).

Depois de 400 anos que os israelitas estavam no Egito, Deus levantou Moisés como libertador de seu povo. Esse processo envolveu dez pragas que o Senhor enviou ao Egito. Foi a última praga, que consistiu na morte dos primogênitos do Egito, o episódio que deu origem a celebração da Páscoa.

A origem e o significado da Páscoa judaica


Quando Deus anunciou a décima praga, Ele também deu instruções a Moisés de como os israelitas deveriam proceder. O Senhor ordenou que eles sacrificassem um cordeiro ou cabrito macho sem defeito no décimo quarto dia do mês de Abibe, e espargisse o sangue do cordeiro nos umbrais e no alto dos batentes das portas de suas casas.

Eles deveriam comer a carne do cordeiro assada no fogo, acompanhada de pães asmos e ervas amargas. Aqui podemos fazer a seguinte observação:

Pães asmos: eram pães sem levedura, ou seja, sem fermento. Os pães asmos deveriam ser comidos como lembrança da pressa durante o êxodo.

Ervas amargas: essas ervas estavam diretamente associadas ao sofrimento e a aflição dos tempos de escravidão (cf. Lamentações 3:15).

         O Senhor também ordenou que eles comessem com pressa, com “os lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão”, pois naquela mesma noite Deus passaria sobre o Egito (Êxodo 12:11).

Quando o juízo de Deus atingiu o Egito, morreram todos os primogênitos, desde os homens até os animais. Isto também significou a completa derrota dos deuses do Egito. O significado da Páscoa judaica está claramente registrado no livro do Êxodo, quando lemos:


E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que rito é este? Respondereis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então, o povo se inclinou e adorou (Êxodo 12:26,27).

A observância da Páscoa no decorrer da história dos hebreus

Moisés institui a Páscoa como uma celebração anual. Assim, a Páscoa é a festa judaica mais antiga. Os judeus deveriam celebrar a Páscoa seguindo as regras básicas que foram determinadas no Pentateuco (Êxodo 12; Levítico 23; Deuteronômio 16).

Assim como a primeira Páscoa ainda no Egito, a festa anual era comemorada no crepúsculo do décimo quarto dia do primeiro mês, seguida de sete dias consecutivos (do décimo quinto ao vigésimo primeiro dia), denominados como “Festa dos Pães Asmos”.


O cordeiro macho e sem defeito de até um ano que seria sacrificado, era separado do rebanho por cada família no décimo dia do primeiro mês e guardados até o décimo quarto dia. O animal deveria ser assado inteiro, e sem que nenhum osso fosse quebrado.

O animal deveria ser comido muito rapidamente com as ervas amargas e os pães asmos. Os judeus também deveriam comer do cordeiro com trajes de viagem, para que a saída apressa do Egito fosse celebrada. As sobras do cordeiro também deveriam ser queimadas, pois não era permitido aproveitá-las no dia seguinte.


Durante a celebração da Páscoa o chefe da família explicava o significado do ritual às crianças. Depois, também foi instituída uma segunda Páscoa, um mês depois, para beneficiar aqueles que não puderam participar da primeira celebração (Números 9:1-14).

Enquanto esteve peregrinando no deserto, o povo de Israel não celebrou a Páscoa. Eles voltaram a celebrá-la apenas quando já estavam acampados em Gilgal, sobre a liderança de Josué (Josué 5:10). Há também outras passagens bíblicas que fazem referência a celebração da Páscoa no Antigo Testamento (ex.: 2 Crônicas 30:1-27; 35:1-19).

A Páscoa na época de Jesus

Os Evangelhos trazem várias passagens que relatam a celebração da Páscoa durante a vida de Jesus. Ele era levado por seus pais a Jerusalém todos os anos para a Festa da Páscoa (Lucas 2:41). No Evangelho de João, por exemplo, encontramos pelo menos quatro referências à Festa da Páscoa (João 2:13,23; 6:4; 11:55; 12:1; 13:1; 18:28,39; 19:14).


Nessa época, o cordeiro era sacrificado na área do Templo, e seu sangue era lançado por um sacerdote sobre o altar. A refeição pascal podia ser comida em qualquer casa da cidade. Era comum os judeus se reunirem em grupos, assim como o grupo de Jesus e seus discípulos que se reuniu no Cenáculo, formando um tipo de unidade familiar.

Por ocasião da Páscoa, acredita-se que entre 60 e até 180 mil judeus compareciam a Jerusalém. Obviamente a maioria deles era formada por judeus da Diáspora, ou seja, judeus que viviam fora da Palestina. Os gentios não podiam participar da Páscoa, porém os prosélitos que aceitassem satisfazer as condições exigidas para tal celebração podiam participar dela.

Depois da queda de Jerusalém e da consequente destruição do Templo em 70 d.C., a Páscoa judaica passou a ser uma celebração intima e familiar, mais próxima do que foi no Êxodo, já que não era mais possível realizar todo o ritual feito no Templo.

O significado da Páscoa para os cristãos: Jesus e a Páscoa

O profeta Isaías profetizou acerca do Messias, dizendo que como um cordeiro ele foi levado ao matadouro (Isaías 53:7). João Batista, falando acerca de Jesus, fez a importante declaração: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29).



Jesus foi traído, preso e crucificado durante a Festa da Páscoa em Jerusalém. Tudo isso ocorreu, muito provavelmente, numa sexta-feira, embora alguns defendam a quarta-feira. Considerando a sexta-feira como a melhor posição, então na quinta-feira à noite Jesus e seus discípulos comeram o cordeiro pascal em Jerusalém.

Aquela foi a última ceia pascal, ou seja, a última vez que a instrução dada ainda no Egito deveria ser observada. Após aquele momento, ninguém mais deveria sacrificar um cordeiro, assá-lo e comê-lo com ervas amargas e pães asmos.

O Cordeiro de Deus seria sacrificado, num sacrifício perfeito e definitivo, sem a necessidade de qualquer complemento. Ao invés da carne de cordeiro assada, das ervas amargas e dos pães asmos, nosso Senhor instituiu o pão e o vinho em memória dele. Ao comermos o pão nos lembramos de seu corpo partido, quando tomamos o cálice nos lembramos do seu sangue derramado.

A última Páscoa deu lugar a primeira Ceia do Senhor, ou seja, a Páscoa passou a ser a Ceia do Senhor. Também é interessante notarmos que a Páscoa apontava para o futuro, para frente, era o símbolo do que haveria de vir. Já a Ceia do Senhor aponta para o passado, para trás, como símbolo da promessa que se cumpriu.


Os cristãos devem celebrar a Páscoa?

A Páscoa é uma festa judaica, um símbolo que apontava para o sacrifício do Filho de Deus. Quando o Verbo se fez carne e habitou entre nós, ele cumpriu definitivamente o significado que a Páscoa tipificava. A Páscoa era a sombra, Cristo é a realidade.

Celebrar a Páscoa judaica é celebrar aquilo que era temporário, é voltar ao que é inferior. O escritor de Hebreus expôs essa verdade como o tema principal de sua epístola. Assim, Cristo é a nossa Páscoa perfeita.

O apóstolo Paulo foi claro quando escreveu que Cristo é o “nosso Cordeiro pascal” que foi sacrificado (1 Coríntios 5:7). Dessa forma, nós, cristãos, não celebramos a Páscoa uma vez por ano entre os meses de Março e Abril, mas nos reunimos para celebrar a Ceia do Senhor durante o ano todo, em memória de seu sacrifício no Calvário. Ali seu sangue foi derramado satisfazendo a justiça de Deus, impedindo que o Destruidor nos lançasse em condenação eterna.


Para nós, a Páscoa significa que, pelos méritos da obra de Cristo na cruz, a ira de Deus “passou por cima” das nossas vidas, pois nos umbrais de nossas portas seu precioso sangue atestou que fomos justificados. É por isso que num determinado sentido os cristãos não comemoram a Páscoa, antes, celebram a Ceia do Senhor.

Coelho, ovos e chocolates

          Coelhos, ovos e chocolates foram elementos incorporados posteriormente à Páscoa. Geralmente as pessoas defendem o uso de tais elementos alegando que o ovo simboliza a nova vida e o coelho a fertilidade. Quanto ao chocolate, talvez a melhor explicação seja que, associado aos outros dois elementos, ele é bom para o comércio.


Seja como for, tais elementos não possuem qualquer ligação com a Páscoa judaica ou com a Ceia do Senhor. Infelizmente em muitas igrejas tais elementos são incorporados até mesmo num tipo de culto especial de Páscoa.

Por outro lado, há aqueles que na tentativa de se desvencilhar das praticas populares acabam cometendo outro erro, ao aderirem às praticas da Páscoa judaica. Isso significa que em algumas igrejas na época da Páscoa come-se cordeiro assado, pães asmos e algum tipo de erva amarga. Em ambos os casos o que vemos é pura crendice. É o pragmatismo e o sincretismo religioso que lamentavelmente atrai cada vez mais adeptos.


Apesar da Páscoa judaica não ser uma data sagrada para nós, devemos agir com sabedoria e prudência. Devemos aproveitar essa data onde muitas famílias se reúnem, para explicar o verdadeiro significado da Páscoa, desde sua origem, apontando para Cristo como o Cordeiro de Deus, até sua consumação no Calvário, onde nossas correntes foram quebradas.

Além disso, devemos estar confortados na promessa de que o pleno significado da Páscoa será completamente cumprido no novo céu e na nova terra. Ali o povo escolhido de Deus estará totalmente livre de todo pecado, e nossa comunhão com o Redentor será aperfeiçoada em toda plenitude (Lucas 22:16; cf. Apocalipse 3:21).
MESTREKAMEL



FELIZ PÁSCOA!!!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Fazer ou contribuir para acepção de pessoas é pecado?




Fazer ou contribuir para acepção de pessoas é pecado?

Olá caro leitores e amigos, quero tratar de um assunto polêmico e que muitas vezes comentemos ou contribuímos direta ou indiretamente que é o pecado de fazer acepção de pessoas.


Fazer acepção de pessoas significa tratar certas pessoas de maneira diferente, usando medidas diferentes para julgar. A Bíblia condena a acepção de pessoas, porque diante de Deus todos são iguais. Deus julga a todos com imparcialidade. A acepção de pessoas (ou parcialidade, ou fazer diferença entre pessoas) é errada, porque é arbitrária. Em vez de usar a mesma medida, alguém favorece ou desfavorece certas pessoas, criando regras diferentes somente por causa de suas preferências pessoais. Fazer acepção de pessoas é negar a justiça (Tiago 2:9).

A justiça de Deus e a acepção de pessoas



Deus não faz acepção de pessoas. Suas leis são justas e imparciais, sem fazer distinções injustas. Não é possível subornar a Deus nem torcer Sua justiça (2 Crônicas 19:7).
Debaixo da lei de Deus, todos pecaram e merecem castigo eterno. Da mesma forma, todos que se arrependem e creem em Jesus recebem a salvação (Romanos 3:23-24). Deus é sempre justo e também ama a todos de forma igual, oferecendo a salvação a todo que crê.
Deus não julga pelas aparências. Ele julga o coração e vê aquilo que realmente define o caráter de uma pessoa (1 Samuel 16:7).

A acepção de pessoas na vida cristã




Como seres humanos, nós temos tendência para olhar apenas para as aparências. Mas, com a ajuda de Jesus, podemos aprender a ver além das aparências. Não devemos fazer acepção de pessoas. É sempre mais fácil favorecer pessoas como nós (ou que admiramos), rejeitando quem é diferente. Mas Jesus veio para destruir as barreiras e unir todo tipo de pessoas em Deus (Gálatas 3:26-28). Nossas diferenças superficiais já não são importantes! Todos têm algo em comum: o amor de Jesus Cristo.



A Bíblia diz que fazer acepção de pessoas é pecado. Muitas vezes os ricos são favorecidos e os pobres são desprezados somente por causa de seu dinheiro, seus bens materiais e sua roupa. Mas a Bíblia ensina que os pobres têm dignidade e os ricos não têm motivo para se sentirem superiores. Todos merecem o mesmo respeito e o mesmo amor (Tiago 2:2-4).

Nossa dignidade não vem de nossas condições sociais, econômicas, políticas... Nós temos dignidade porque Deus nos ama. E nisso somos todos iguais.


Espero que este enunciado possa ajuda-los a compreender  melhor esta questão sobre fazer acepção de pessoas.....que Deus possa nos guiar por caminhos retos longe das imparcialidades da vida como um todo.


Mestrekamel.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

RETROCEDER, SIM, DESISTIR JAMAIS!!!!

NÃO DESISTA DE SER JUSTO NESTE MUNDO DE INJUSTIÇAS!


É importante antes de tudo, entender o que é um justo. O primeiro exemplo bíblico de um homem justo foi o do patriarca Noé, pois ele era “homem justo, íntegro entre o povo de sua época” (Gn 6.9a) e quando Deus falou com Noé disse: “você é o único justo que encontrei nesta geração” (Gn 7.1). Mas o que definia Noé como sendo justo era que “ele andava com Deus” (Gn 6.9b), este é o princípio do homem justo. Para ser justo é necessário andar com Deus e ser justificado por Ele. “Pois o Senhor é justo, e ama a justiça; e os retos verão a sua face” (Sl 11.7).

Portanto somente é justo aquele que é justificado por Deus e para isso necessita arrepender-se de seus maus caminhos e tomar os caminhos de Deus, somente é justo aquele que anda com Deus, pois este é justificado por Ele. Jesus justificou a todos na cruz, mas só os que Nele creram “Aquele que nem mesmo a seu próprio filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” (Rm 8.32-33), pois “não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus” (Rm 3.10). Somente são justos os que estão debaixo da justificação de Deus através do sacrifício de Jesus.


Mas nem mesmo o justo Noé deixou de passar por provações tremendas, imagine nos dias de hoje Deus pedindo a um de nós que construamos uma Arca para resistir a um dilúvio universal. Imagine como ficou a cabeça de Noé durante o período de construção da Arca, as pessoas passando por perto e chamando o Noé de louco, ou então a esposa de Noé olhando o trabalho do marido e perguntando a ele se ele tinha certeza do que está fazendo. Imagine os filhos sofrendo com o julgamento e o escárnio dos vizinhos e amigos por causa da “loucura” do pai. Mas Noé não desistiu e teve sua família a seu lado. Mas ao final de todo este período de provações, Noé e sua família foram os únicos poupados de toda a humanidade e Deus firmou uma aliança com Noé, “Vou estabelecer minha aliança com vocês e com seus futuros descendentes” (Gn 9.9). Noé venceu a tristeza e após este período de tribulações, Noé, experimentou a graça de Deus e sua misericórdia.

Creio que existem duas causas de um crente sofrer. A primeira causa é vinda do pecado, é o sofrimento decorrente da desobediência a Deus ou em decorrência de ações e decisões incorretas, como por exemplo quando um crente toma uma decisão precipitada sem consultar a Deus. Sem consultar a Deus o crente toma decisões que vão contra o plano de Deus para nossas vidas, iremos sofrer, pois nossos planos irão fracassar, pois não estamos agindo conforme a vontade do Senhor. E quando pecamos, estamos abrindo uma brecha para que Satanás possa agir naquela área em que estamos pecando, e então passamos a sofrer.

A outra forma de um justo sofrer é quando este é provado por Deus. Quando Deus coloca o crente num momento limite de crise, visando seu crescimento. Para crescer, o cristão, terá de ser provado. Esta provação pode lhe causar um passageiro sofrimento. Porém, se o crente hesitar ou não aceitar a prova a que está sendo submetido, não poderá vencê-la e então o sofrimento se estenderá na vida daquela pessoa até que ela compreenda o que se passa com ela e então poderá vencer aquela tribulação.

Sem esquecer que o sofrimento pode vir de desobediência ou em consequência do pecado, creio que o sofrimento do justo ocorre geralmente em decorrência de uma provação à que este está sendo submetido por Deus. Somente sofre porque está sendo provado por Deus. Pois “o Senhor prova o justo” (Sl 11.5). Pois o Senhor nos alerta: “Filho meu, não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da sua repreensão; Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Pv 3.11-12). A disciplina de Deus para Seus filhos amados pode causar sofrimentos, pois nós, Seus filhos, nem sempre conseguimos discernir aquilo que é melhor para nós, mas o Senhor sabe.


Mas porque o Senhor prova o justo? Porque Deus nos prova? Certa vez ouvi uma pregação em que o pastor falava que assim como na escola ou na faculdade nós precisamos de uma prova, algo que teste nossas capacidades a fim de verificar se temos condições de passar de ano, de sermos aprovados. Assim também acontece conosco, quando Deus em Seu plano para nossas vidas deseja que nós cresçamos espiritualmente é necessário que sejamos provados a fim de podermos ser aprovados. A provação tem um caráter educativo. E esta provação pode nos causar sofrimento. Mas o sofrimento é uma provação e é igualmente um meio didático que o Senhor usa na vida dos crentes. “Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estai sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos” (Hb 12.6-8). Mas não são raras às vezes em que o agir de Deus e a Sua direção em nossas vidas continuará sendo um mistério para nós, principalmente quando Ele manda sofrimento e tristeza. Mas Deus nos revela na Epístola aos Hebreus que “toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela” (Hb 12.11).

A História de JÓ é um exemplo típico desta provação de Deus. JÓ era um homem justo e temente a Deus. Porém o Senhor permitiu que Satanás atuasse na vida de JÓ trazendo a ele sofrimentos inacreditáveis. Porém ao final do livro de JÓ, JÓ diz que “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram. Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza”. (JÓ 42.5-6). Ou seja, JÓ compreendeu os motivos de seu sofrimento e pôde, então, compreender a Deus, até aquele momento JÓ conhecera a Deus somente pelo que lhe haviam contado a respeito de Deus, mas agora JÓ estava conhecendo a Deus pessoalmente e Deus o abençoou grandemente.

Mas Como podemos ficar consolados em tempos de angústia? O Apóstolo Pedro nos diz que "alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação de sua glória vos alegreis exultando" (1 Pe 4.13). Em tempos de sofrimento ninguém mais consegue ajudar aquele que sofre a não ser o Senhor. Devemos entregar nosso sofrimento a Deus e esperamos nEele. Paulo em sua Primeira Epístola aos Tessalonicenses, nos diz “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1 Ts 5.16-18). Devemos estar atentos para os caminhos que temos seguido e confiar em Deus dando-lhe glória em todas as coisas e em todas as circunstâncias. Pois Deus " lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as cousas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras (...) O vencedor herdará estas cousas, e eu lhe serei Deus e ele me será filho" (Ap 21.4-5,7).

Paulo inspirado pelo Espírito Santo nos traz consolo e confiança ao afirmar que "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com a glória por vir a ser revelada em nós." (Rm 8.18). Devemos esperar em Deus e buscar a solução para nossos sofrimentos em nosso Senhor, não há outro a quem possamos recorrer, somente Deus nos libertará. Temos que compreender que se somos filhos de Deus, estamos debaixo de Sua autoridade e devemos lhe render glórias em todas as circunstâncias de nossas vidas, pois somente Deus pode nos ensinar algo até naquilo que não podemos compreender.


Lembremos que se somos justos é porque Deus nos justificou através do sacrifício de Jesus Cristo na cruz e que portanto estamos livres da condenação, pois ninguém nos poderá condenar. “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; fomos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8.31-39).

                

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

A IGREJA CIBERNÉTICA

A IGREJA CIBERNÉTICA


                A introdução da robótica nas igrejas como um todo ocorre em razão da comodidade e frieza espiritual; o avanço da “ERA CIBERNÉTICA E ROBÓTICA” É um dos muitos sinais dos “FINS DOS TEMPOS” “Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.” (Daniel 12:4). Mt 24:12 e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.

                Cibernética é uma palavra que se origina do grego kibernetiké (timoneiro; o que governa o timão da embarcação; o homem do leme, em sentido figurado, ou aquele que dirige ou regula qualquer coisa; guia, chefe). Para entender o que é robótica, é necessário compreender o conceito de robôs. São sistemas mecatrônicos (eletromecânicos) reprogramáveis. Facilitam ou substituem vários tipos de tarefas humanas.


                Não sou retrógrado muito menos alienado; reconheço que o uso da tecnologia é bastante profícuo desde que seja usado com moderação. O que me preocupa é a frieza e comodismo espiritual que podem ocorrer mediante a falta de moderação ou exacerbação destas tecnologias; por exemplo: não levar mais a Bíblia ao ir igreja porque já está disponível em celulares, etc.

                Há um perigoso engodo nos púlpitos das igrejas que tenho observado que é a automatização de movimentos que deveriam ser realizados mediante a uma profunda reflexão dos que ministram ou auxiliam no santo dos santos por exemplo: impor as mãos sobre os outros, levantar as mãos sem convicção para abençoar a membresia.

                É comum após o termino de uma ministração chamar os presentes para receberem suas bênçãos sejam curas, libertação, ou vitórias nos relacionamentos famílias, trabalho e etc. E ai que mora o perigo! Baseado no que diz as escrituras em Romanos 14: 23 parte C do versículo que diz “   23  Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado.”


                Sendo assim, vemos muitos lideres equivocados em cima dos púlpitos quer sejam impondo as mãos, levantando as mãos precipitadamente sem que recebam uma ordem especifica do Espirito Santo ou induzindo aos fiéis para virem à frente dos púlpitos apenas para verem uma multidão para satisfazer seu próprio ego, mas, advirto que se não esclarecerem de que é necessário ter fé para receberem algo de Deus estes comentem pecado, pois, os membros que não receberem o que foram buscar podem voltar desapontados se achando indignos dos favores divinos e frustrados podem se rebelar contra Deus.
               
                Devemos lutar contra a robotização nas igrejas a começar pelos púlpitos que o espelho para a membresia.

“E tudo o que não é de fé é pecado.”


MESTREKAMEL


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

NÃO ERRES MAIS!


O que é o pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo?

                Sem duvidas estes é um dos temas mais enigmáticos da Bíblia, por isso, resolvi compartilhar convosco baseado nas sagradas escrituras e longe de exaurir definições sobre blasfêmias contra o Espirito Santo, mesmo assim, com meus modestos conhecimentos teológicos esclarecer para evitar equívocos tão comuns sobre a temática em questão sendo assim:


                A blasfêmia contra o Espírito Santo é uma rejeição total e contínua de Deus e é o único pecado que não tem perdão. Quem blasfema contra o Espírito Santo o rejeita completamente, não chegando nunca ao arrependimento.

                Jesus disse que todos os pecados serão perdoados, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo (Marcos 3:28-29). A Bíblia não diz exatamente o que é a blasfêmia contra o Espírito Santo, mas podemos entender o que significa pelo contexto.

                Os fariseus tinham acusado Jesus de expulsar demônios pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demônios. Jesus lhes explicou que isso era ridículo, porque Satanás não trabalha contra si mesmo. Jesus também avisou que só há dois lados: quem não está com ele está contra ele (Mateus 12:30-31). Depois ele disse que todo o pecado, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo, seria perdoado.

                A blasfêmia é um insulto a Deus, ou rejeitar Deus de forma consciente. Mas Jesus disse que até a blasfêmia poderia ser perdoada. Apenas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada. Mateus 12:32 explica que a blasfêmia contra o Espírito Santo é falar contra o Espírito Santo. Falar contra significa se opor, rejeitando ativamente.

                Contra toda a evidência, os fariseus estavam rejeitando Jesus. Mas Jesus disse que até isso poderia ser perdoado. O verdadeiro perigo é rejeitar o Espírito Santo.

                A função do Espírito Santo é convencer do pecado e levar ao arrependimento. Para ser salva, a pessoa precisa se arrepender dos seus pecados (João 16:7-8; Atos dos Apóstolos 3:19-20). Por isso, quem blasfema contra o Espírito Santo não pode ser perdoado porque rejeita a convicção do Espírito e o arrependimento. Rejeitar o arrependimento é blasfêmia porque insulta Deus, que deu tudo para trazer a salvação e a libertação do pecado.

                Se você está arrependido, então não cometeu blasfêmia contra o Espírito Santo. Jesus NUNCA rejeita quem vem a ele. Confesse seu pecado e você receberá perdão (João 6:37; 1 João 1:9).

                Quem comete blasfêmia contra o Espírito Santo não sente remorso porque rejeitou completamente o arrependimento. A blasfêmia contra o Espírito Santo é uma rejeição total e contínua de Deus. Quem se sente triste por seu pecado e quer ter um relacionamento com Deus claramente não cometeu blasfêmia contra o Espírito Santo. Ainda há esperança para essa pessoa.
MESTREKAMEL

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O ENIGMA DO PERDÃO DIVINO


O ENIGMA DO PERDÃO DIVINO

Como posso saber se Deus me perdoou?
    
                Se há algo que gera muitas duvidas com certeza é a conscientização sobre o perdão divino; o inimigo vai querer sempre que estejamos subjugados ao medo de que Deus não nos perdoa. Se você se arrependeu e pediu perdão a Deus, então Ele perdoou seus pecados. Para quem aceita Jesus como seu salvador e se arrepende, todos os seus pecados são perdoados, não precisa viver com culpa (Romanos 8:1-2).


O que é arrependimento?

                Se arrepender é saber que o que você fez foi errado e sentir-se triste por ter feito uma coisa má. A pessoa arrependida quer mudar, reparar o seu erro. Não é apenas culpa, é uma mudança de atitude.


   A Bíblia diz que Deus se alegra quando alguém se arrepende dos seus pecados (Lucas 15:10), porque quem está arrependido está pronto a mudar de vida e a abraçar Deus. Aí Deus perdoa seus pecados e ajuda a se libertar deles.




Mas eu continuo pecando. E agora, Deus ainda perdoa?

                Sim, se você estiver mesmo arrependido. Paulo, em Romanos 7:14-25, fala que ele quer fazer o bem, mas continua fazendo o mal. Esta é uma luta que toda a gente tem porque não somos perfeitos ainda. Alguns pecados são fáceis de deixar quando nos arrependemos, outros levam tempo e trabalho para ficarmos libertos. O mais importante é a nossa atitude perante o pecado.


                Quando você comete um pecado, você pode desistir e deixar continuar, ou você pode lutar para mudar e reparar os seus erros (Romanos 12:2). Mesmo que você falhe, se você continuar lutando e confiar em Deus para dar forças, um dia você vai ser liberto.

Arrependi-me e pedi perdão, mas ainda me sinto culpado. Deus me perdoou?

                Sim mas o diabo tenta te acusar, para que você sinta que não está perdoado e cair (Apocalipse 12:10). Quando você se arrepende, mas ainda se sente culpado, você deve rejeitar esse sentimento, porque é enganador. Romanos 8:33-34 diz:
                “Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós.”



                Às vezes não conseguimos deixar o pecado para trás porque ainda falta consertar alguma coisa com alguém. Pedir perdão a outra pessoa pode ser difícil, mas ajuda a viver livre da culpa. Por outro lado, poderá ser que você precisa perdoar alguém (Mateus 6:12). E é ainda possível que você precise se perdoar a si mesmo. Se Deus perdoa, então você também deve.
 Mestrekamel